Publicado por Hipersuper · 23/12/2025
Os modelos «phygital», a inteligência artificial e a sustentabilidade estarão no centro da evolução do comércio eletrónico em 2026. Esta análise é da autoria da BIGhub e foi divulgada pelo Hipersuper a 23 de dezembro de 2025, num contexto em que as exigências dos consumidores e a necessidade de eficiência operacional continuam a pressionar as empresas a repensar as suas estratégias digitais.
«O comércio eletrónico está a entrar numa nova fase, em que não basta apenas vender online ou estar presente em marketplaces, porque é necessário integrar novos canais para garantir a qualidade da experiência do consumidor», afirma Rúben Lamy, CEO da BIGhub. O responsável acrescenta que «as empresas que conseguirem equilibrar a tecnologia com a proximidade humana e a sustentabilidade serão as mais preparadas para 2026».
A primeira tendência apontada é a consolidação dos modelos omnicanal e phygital: com a fronteira entre o comércio físico e o digital cada vez mais difusa, a centralização da gestão de stocks e de preços assume um papel fundamental para garantir a eficiência e evitar conflitos entre canais. Segue-se a automação e a inteligência artificial, que deverão otimizar os processos de vendas, logística e gestão financeira, prever tendências de consumo, ajustar preços em tempo real e melhorar a gestão de inventários.
A sustentabilidade surge como a terceira tendência estruturante, com a preocupação ambiental dos consumidores a influenciar as decisões de compra e a levar as empresas a adotarem práticas responsáveis em toda a cadeia de valor. A personalização da experiência de compra ocupa também um lugar central: a utilização inteligente dos dados das plataformas online permite uma comunicação mais relevante e uma maior fidelização.
Por fim, a rapidez das entregas continua a ser um fator decisivo, com destaque para as entregas locais e para soluções logísticas capazes de reduzir custos sem comprometer a experiência do cliente. Segundo a BIGhub, estas tendências reforçam a necessidade de as empresas se manterem a par da evolução do setor para garantirem a competitividade e a eficiência em 2026.
























