A BIGhub apresenta-se como um acelerador de vendas, presente nos principais marketplaces europeus enquanto solução tecnológica para alargar a performance de quem já vende pela internet. Mas como pode o e-commerce ser mais sustentável? Rúben Lamy, fundador e CEO da empresa, respondeu à Ambiente Magazine.
O que é o e-commerce
Segundo a AICEP, o e-commerce é um canal de vendas online que permite chegar a clientes de todo o mundo. Para Rúben Lamy, o conceito abrange mais: é um ecossistema que interliga pessoas, marcas e mercados em tempo real, sem fronteiras físicas.
Para empreendedores e gestores, representa a oportunidade de escalar negócios de forma rápida e sem custos elevados. Para os consumidores, significa conveniência, diversidade de escolhas e acesso a produtos indisponíveis em lojas físicas.
Redução de emissões
A ligação entre e-commerce e sustentabilidade passa pela centralização da logística, pela otimização das rotas de transporte e pelo uso de cargas completas. O modelo reduz o número de deslocações individuais e transforma milhares de viagens em entregas organizadas e eficientes.
Economia circular
O comércio eletrónico facilita o acesso a produtos em segunda mão, recondicionados ou reciclados, através de lojas, marketplaces, aplicações móveis e contas nas redes sociais especializadas. Dá também origem a novos modelos de negócio, sobretudo entre jovens empreendedores com ideias assentes em princípios sustentáveis.
O papel da inteligência artificial
A IA permite antecipar tendências e analisar preferências, o que facilita a gestão da produção. Os stocks são organizados em função da procura real, evitando excedentes, desperdícios e emissões desnecessárias.
O que pensam os consumidores
O E-Commerce Trends Report 2025, da DHL eCommerce, conclui que 72% dos consumidores já consideram a sustentabilidade antes de fazer compras.
Conclusão
O futuro do e-commerce tende a ser moldado pela sustentabilidade e pela personalização
Rúben Lamy, fundador e CEO da BIGhub
O sucesso das empresas dependerá da capacidade de equilibrar conveniência e rapidez com responsabilidade ambiental e social. Transparência, mensagens claras e propósito são indispensáveis, porque os consumidores já não compram apenas produtos, mas marcas que refletem os seus valores.
























