Os marketplaces são uma das principais tendências de crescimento do comércio e refletem mudanças significativas nos hábitos de consumo. De acordo com um estudo de 2023 do Boston Consulting Group, o comércio eletrónico representará 41 % das vendas globais a retalho até 2027. Neste contexto, a BIGhub identifica os erros mais frequentes cometidos pelos comerciantes nos marketplaces e apresenta soluções.
1. Conhecimento pouco aprofundado sobre o funcionamento dos marketplaces
Cada plataforma tem as suas regras, comissões, público-alvo, reputação e procedimentos. Começar a vender online sem analisar previamente qual é o melhor marketplace para um determinado produto pode prejudicar o negócio, gerando problemas de logística ou até mesmo a suspensão de contas.
É essencial compreender o funcionamento de cada plataforma através da leitura atenta dos contratos, do conhecimento das condições de pagamento e da adaptação do processo de venda às exigências específicas de cada marketplace.
2. Seleção de um único marketplace
Dada a complexidade de cada plataforma, muitas empresas optam por apostar apenas numa. Essa decisão limita o sucesso do negócio: diversificar os canais permite alcançar novos públicos, reduzir riscos e aumentar a notoriedade dos produtos.
A escolha de diferentes marketplaces deve ser acompanhada por uma boa gestão de stocks e por um alinhamento entre as plataformas, tanto em termos de preços como de envios, para manter a reputação da empresa.
3. Deficiências na qualidade do serviço
No comércio eletrónico, o destaque recai sobre a qualidade do serviço e da experiência. Não responder às dúvidas dos clientes ou atrasar as entregas aumenta as reclamações e prejudica a reputação. Acompanhar o processo através de inquéritos de satisfação e avaliações da experiência pode fazer a diferença.
Muitos comerciantes integram os seus negócios nos marketplaces com grandes expectativas, sem ter em conta os desafios associados a este processo de transição digital
Rúben Lamy, diretor executivo da BIGhub
Conclusão
Conhecer as regras de cada plataforma, diversificar os canais e cuidar da experiência de compra são os três pilares que distinguem uma presença estratégica nos marketplaces de uma operação vulnerável.
























